A pandemia atingiu o mundo em 2020 e pelos vistos vai continuar, sem data para acabar, a fazer mossa na economia, em especial nos pequenos negócios. O Alojamento Local é um dos sectores que, devido à expansão verificada em 2019 e expectável para 2020, caiu a pique. De um dia para o outro, literalmente, centenas de pessoas ficaram sem o rendimento desta atividade e sem possibilidade de fazer face aos investimentos efetuados a pensar nos rendimentos previstos.
Empréstimos para renovações ou aquisição de imóveis, custo com licenças e contratação de serviços, etc.
Foi também em 2019 que a maior parte dos condomínios iniciou a cobrança de uma quota extra aos proprietários que exerciam esta atividade, dando cumprimento à legislação publicada.
Parecendo uma verba pequena, todos os cêntimos contam quando alguém fica sem o rendimento de uma atividade. Por isso, nos condomínios administrados pela Guache Condomínios, tem sido proposta a suspensão do pagamento desta quota extraordinária a todos os condóminos que apesar de manterem a atividade aberta, dão provas de terem suspendido também eles a atividade, devido às restrições da pandemia.
Há sempre quem seja contra, mas é preciso considerar que de uma forma ou outra é importante sermos solidários. E para todos os que se queixam dos problemas provocados pelo Alojamento Local (pois também há quem abuse e descure as regras mais básicas de convivência em condomínio), saibam que a legislação permite que sejam definidas regras, que podem ser inscritas no Regulamento do Condomínio, para permitir que quem reside nos prédios onde há frações dedicadas ao Alojamento Local, possam ter segurança e descanso a que têm direito.
Por isso, caso se questione o que deve fazer numa situação destas, a posição da Guache Condomínios é clara ao afirmar que se deve suspender os valores de quotas extra pagas por conta da atividade de Alojamento Local, até que a atividade seja retomada.